VerdadeSejaDita

Posts de Outubro, 2008

Rápidas considerações sobre Max Payne, o filme

Publicado por Gabriel Lage Neto em 28/10/2008

Assisti ontem a adaptação para o cinema do jogo Max Payne. Sinceramente, não gostei muito, talvez, por mais incrível que possa parecer, por eu nunca ter jogado o jogo.

Porém, pelo o que eu li na Wikipédia, o filme segue bem a história original do jogo. Acho que vale a pena, para quem é fã, dar uma olhada em como ficou.

Agora me ocorre um pensamento: não sei se é bom ou ruim, mas, alguém já reparou em quantos jogos estão virando filmes quando, há não muito tempo, o que ocorria era justamente o contrário?

Mais filmes inspirados em jogos:

Street Fighter

Mortal Kombat

Doom

Tomb Raider

Hitman

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Adeus e obrigado pela ração

Publicado por Gabriel Lage Neto em 28/10/2008

Alimente os peixinhos:

Vi aqui.
Faça o seu aqui.

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Mais Rick Astley

Publicado por Gabriel Lage Neto em 28/10/2008

Ainda estupefato com o vídeo abaixo (Rick roll), me peguei pensando que o que as musicas do Rick Astley têm de bregas elas têm de legais. Aliás, acredito que isso se aplica a muitas coisas, pode ver: quase tudo que cruza as barreiras da “ruindade” acaba se tornando muito legal.

Ainda não deu pra convencer? Dá uma olhada aí nesse Top 3 da música brega estrelando ele (claro), Rick Astley.

Keep It Turned On (Remix)

Começamos com a versão remixada deste que parece ser um dos últimos clássicos do mestre. Infelizmente não achei o videoclipe original da música, na verdade nem sei se ele existe, porém podemos ficar com a simpática imagem de Rick deitado no seu confortável banco de madeira, segurando um chapeuzinho.

Na letra ele chama a atenção de alguém que só sabe reclamar da vida e acha que a grama não está verde o bastante. Rick aparenta saber das coisas, lá pelo meio da música ele dá uma de filósofo: A vida é o que você faz dela, baby, yeah!

Curiosidade: Após a primeira audição desta canção, lá pelos idos de 2004, meu amigo Herodes Moçambique criou a comunidade “Analisando Letras de Músicas – Rick Astley”. Depois de dois anos como único membro, Herodes mudou o nome para “Durmo com meu celular ao lado – Só VIPs” e alcançou o estrelato virtual. Quando o número de membros da comunidade ultrapassou os seis dígitos ele a vendeu por uma fábula. Herodes hoje só quer saber de tomar caipirinhas em praias do Nordeste, sempre ao som de Rick Astley.

Together Forever

Nosso herói começa o vídeo dando um baita de um empurrão numa moça de boina vermelha. Se fosse outra pessoa em seu lugar ela teria apenas murmurado um palavrão e seguido adiante, mas com Rick Astley a coisa é diferente, ele consegue transformar a situação embaraçosa em um flerte maroto.

Começa a música, Rick mostra todo seu suingue e simpatia junto a sua trupe de dançarinos, por enquanto só nos resta curtir o refrão: Together forever and never to part, together forever we two…

Enquanto isso, vemos Rick ligando para a garota, Percebam que ela é uma paranormal, pois antes mesmo de atender ao telefone já sabia quem estava do outro lado da linha, vejam a alegria da jovem ao tirar o fone do aparelho. Notem também que além de paranormal, ela é muito carente, ou é tão doida quanto o Rick, pois após ele se identificar dizendo algo do tipo “Alô, aqui é o Rick Astley, eu dei um esbarrão em você hoje pela manhã, roubei uma foto que tinha seu telefone anotado e agora estou lhe ligando”, o seu sorriso se alarga ainda mais. Qualquer um em seu lugar desligaria o telefone no ato e chamaria a policia.

Atenção aos 02:11 minutos do clipe, Rick é cercado por suas dançarinas que tascam algumas beijocas em suas bochechas, Rick se mostra impassível, apenas dá uma olhadinha para cima como quem diz “Eu sou foda mesmo”, e segue dançando e rodando até o final do clipe.

Curiosidade: Repare que primeiro a moça desliga o telefone, depois é a vez do Rick, a câmera corta para ele e os bailarinos gingando e fazendo suas dancinhas. Até aí tudo normal, acontece que depois Rick é mostrado falando ao telefone, mas com quem, se a paquerinha lá já tinha desligado? Só nos resta concluir que o sucesso já estava subindo à sua cabeça e fritando seu cérebro, isso há mais de vinte anos atrás. Imaginem em que estado está a mente de nosso herói hoje em dia.

Never Gonna Give You Up

Claro que este clássico não poderia faltar nesse Top 3. Não tenho muitas observações, já que no próprio vídeo várias informações esdrúxulas a respeito da sua produção foram feitas. Porém lembre-se sempre, Rick Astley nunca irá desistir de você, nunca vai lhe decepcionar, nunca vai correr por aí e lhe deixar, nunca vai lhe fazer chorar, nunca vai dizer adeus, nunca vai contar uma mentira e lhe machucar.

Curiosidade: Quem é essa figura se jogando na redinha aos 02:07 minutos?

Bônus:

Cry For Help

Nunca gostei dessa música chata.

Hold Me In Your Arms

Perceba aos 03:09 minutos o senhor de chapéu que tenta disfarçar seu desconforto dando tapinhas nas costas do Rick enquanto ele o está holdando em seus arms.

É isso aí, agora chega de Rick Astley por aqui.

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Rick Roll

Publicado por Gabriel Lage Neto em 18/10/2008

Eu não sou uma pessoa muito ligada nas coisas. Não sei desde quando existe a prática de sacanear os outros chamada de Rick Roll, que consiste em colar um link para alguém dizendo ser algo relevante e quando o infeliz acessa o site indicado vê que se trata de um vídeo do Rick Astley. A primeira vez que vi algo do tipo foi quando o próprio Youtube resolveu tirar uma gracinha com a cara de seus usuários espalhando vários desses link na sua página principal.

Mas acontece que o ser humano é uma raça que não sabe brincar, tem sempre um que ultrapassa os limites da brincadeira sadia. Segue abaixo o registro de uma das melhores sacaneadas que eu já vi em minha vida.

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Andando Reto

Publicado por Gabriel Lage Neto em 16/10/2008

Então, vamos lá! O segundo da série Os 100 Melhores Filmes Que Eu Já Assisti:

Johnny e June, filme baseado nas biografias Man In Black e Cash: The Autobiography escritas pelo próprio Johnny Cash.

Breve ficha técnica:
Título original: Walk The Line
Ano: 2005
Diretor: James Mangold
Roteiristas: James Mangold e Gil Dennis. Baseados nos relatos de Johnny Cash (Man In Black / Cash: The Autobiography) e Patrick Carr (Cash: The Autobiography)

Confesso que conhecia absurdamente pouco sobre o Johnny Cash quando vi o filme pela primeira vez. Eu havia acabado de chegar à São Paulo, tinha visto alguns pôsteres promocionais nos cinemas de Belém, e resolvi conferir a história do músico country norte americano. Gostei tanto que em menos de uma semana fui novamente ao cinema assistir novamente (minha vida na época era bem mais simples do que é nos dias atuais, ainda não tinha passado na seleção da pós da USP, por conseqüência devo ter visto todos os filmes que estavam em cartaz).

O filme dá uma breve pincelada na infância de Cash (Joaquin Phoenix), talvez para justificar seus atos na maturidade ou apenas para mostrar suas origens mesmo. Logo depois pula para sua busca por uma gravadora, reconhecimento de suas canções, o inevitável alcance do estrelato e o encontro com June Carter (Reese Whiterspoon), de quem era fã desde criança.

O título original “Walk The Line” é obviamente mais pertinente à história. Já que fica bem claro o que é que Cash tem que fazer para conseguir o que tanto busca durante o filme inteiro.

Novamente é necessário citar a Jornada do Herói de Joseph Campbell, já que o protagonista percorre praticamente todos os seus estágios, tais como o Mundo Comum, o Chamado da Aventura, Encontro com o Mentor, O Primeiro Portal, Provações, Recompensa, Ressurreição do Herói e, principalmente, o Regresso com o Elixir.

Recomendo fortemente o filme, principalmente para os homens que, como eu, são persistentes e fiéis às suas vontades e às mulheres que conseguem enlouquecer qualquer marmanjo.

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Primeiros episódios da 3a temporada de Dexter

Publicado por Gabriel Lage Neto em 10/10/2008

Estou querendo muito escrever sobre essa estréia, já assisti o primeiro episódio e metade do segundo. Agora estou em Belém de “férias” e, por incrível que pareça, o tempo aqui tá mais corrido que em São Paulo. Então fica assim: no meio da semana que vem sai um post sobre os três primeiros episódios, tudo numa pancada só. O que posso dizer até agora é que gostei bastante do que já vi.

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Mais Ianni e mais viagens

Publicado por Gabriel Lage Neto em 07/10/2008

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Câmera do Cotidiano

Publicado por Gabriel Lage Neto em 07/10/2008

Eu tenho uma mania, que não sei se é boa ou ruim, mas é uma mania minha e eu a assumo. Fico corrigindo erros gramaticais em placas, faixas, outdoors, rabiscos em muros, qualquer coisa escrita que esteja ao alcance dos olhos. Tive até um Fotolog no qual postei várias fotos do tipo. Bom, o Fotolog morreu, mas a mania continua viva, como podemos ver nas fotos a seguir, tiradas na Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André – SP.

Uma placa, até aqui tudo normal. Porém, aproximando um pouco…

Opa!

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Ultraje Completo

Publicado por Gabriel Lage Neto em 06/10/2008

No último dia 26 eu e minha namorada completamos oito meses juntos. Eu, muito romanticamente, levei-a para assistir um show… do Ultraje a Rigor. Tudo bem não há nada de romântico nisso, mas era uma apresentação única na Fiesp da Paulista e calhou de ser justamente no dia 26, fazer o que?

O negócio é o seguinte, já há algum tempo eu estava querendo escrever sobre o Ultraje, que é uma das minhas bandas favoritas, e fazer uma afirmação que talvez seja óbvia para alguns e talvez esdrúxula para outros. Aqui vai: O Ultraje a Rigor é, sem discussão, uma das bandas com letras mais inteligentes dos anos 80.

Estranho? Eu explico:

Analisando os meios de comunicação em massa e o reflexo destes na sociedade contemporânea, podemos ver que as letras do Ultraje são muito mais do que uma audição/leitura bastante superficial classificaria como, no máximo, divertida ou falando português claro, besteirol.

É óbvio que a maioria das músicas é engraçada. O que conta mais pontos para a esperteza de Roger Moreira, compositor e vocalista da banda, que, muito inteligentemente, sabe como as coisas funcionam e resolveu infiltrar sua ideologia em um rock’n’roll aparentemente, e só aparentemente, descompromissado.

Fundamentos? Aqui estão:

Pelado é uma música cujo objetivo é incitar o não uso de vestimentas por parte da sociedade em geral, incluindo seu pai, sua mãe, seu avô e sua tia? Pode ser, mas também é uma crítica ao pouco caso dos governantes (e também da sociedade, porque não?) em relação à cultura, alimentação, saúde e moradia do povão. Isso tudo em 1987, mais de vinte anos se passaram e parece que a barriga pelada ainda é a vergonha nacional.

Inútil. É uma porrada atrás da outra, sobre um povo que não consegue falar corretamente, se cuidar, ascender profissionalmente, pagar as contas e nem escolher presidente. Acho que já ouvi essa história antes.

E Nada a Declarar? (ou, como o Roger mesmo disse no show da Fiesp, a música mais conhecida como Cu) Essa decididamente é uma música que não tem conteúdo algum, feita num momento no qual a banda estava apagada, certo? Errado! Ela saiu pela primeira vez no álbum ao vivo 18 Anos Sem Tirar, de 1998. Roger reclama da baixaria generalizada, dor de corno e bunda pra todo lado (e olha que as mulheres-fruta ainda não tinham sido inventadas) que predominava na indústria fonográfica da época e, só para não sair por baixo, no final ainda enfia um palavrão: Cu!

Eu poderia continuar falando de outras músicas, como Rebelde Sem Causa, Sexo, Filha da Puta, dentre outras, mas acho que já deu pra entender meu ponto. Portanto, repito mais uma vez: Roger Moreira e sua trupe entendem muito bem da relação comunicação/sociedade e tiram o maior proveito disso. Quanto a mim, ainda tenho muito que estudar sobre essa relação. Só me resta desejar vida longa ao Ultraje a Rigor.

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Atualizações

Publicado por Gabriel Lage Neto em 04/10/2008

Várias idéias para posts novos em andamento. Em breve várias atualizações.

Coisas novas por enquanto só no Twitter aí no canto direito.

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